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Empresária acusada de agredir doméstica deve ser transferida para Pedrinhas e será colocada em cela isolada

 


A empresária Carolina Sthela deve ser transferida ainda nesta quinta-feira para o Centro de Triagem de Pedrinhas, em São Luís, onde deverá permanecer em uma cela isolada. A medida visa preservar a integridade física da investigada diante da grande repercussão e da comoção provocadas pelo caso. Antes de ser levada para o presídio, ela foi a Delegacia do Araçagy onde presta depoimento.

Carolina foi presa em Teresina, capital do Piauí, durante uma ação das autoridades. Informações apuradas apontam que ela possivelmente seguiria viagem para o município de Parnaíba, no litoral piauiense, o que passou a ser analisado pelos investigadores no contexto da tentativa de localização da empresária.

Outro detalhe que chamou atenção da Polícia foi a mudança no visual da investigada. Carolina Sthela teria tingido o cabelo de preto pouco antes da prisão, circunstância interpretada por investigadores como um possível indício de tentativa de passar despercebida ou dificultar sua identificação.

Os elementos reunidos até o momento, incluindo o deslocamento entre cidades e a alteração na aparência, poderão pesar durante a audiência de custódia. Integrantes da investigação avaliam que os fatos podem fortalecer o pedido para que a Justiça decrete a prisão preventiva da empresária, mantendo-a detida no decorrer das investigações.

O caso segue repercutindo intensamente nas redes sociais e mobilizando a opinião pública, aumentando a pressão em torno das decisões judiciais que devem ser tomadas nas próximas horas.

Em relação ao policial militar Michael Bruno Lopes Santos, ele já se apresentou e negou envolvimento na tortura. O agente de segurança foi levado ao Manelão, presídio do Quartel da PMMA no Calhau. Ele já estava afastado de suas funções antes do mesmo do ocorrido no dia 17 de abril.

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